terça-feira, 26 de setembro de 2017

Sexta Livre Especial com WANIA CORREDO no Ateliê da Imagem




Apresenta
SEXTA LIVRE ESPECIAL

Com a premiada fotojornalista WANIA CORREDO,
Dia 29 de setembro, 19h
Entrada franca
A próxima Sexta Livre do Ateliê da Imagem recebe como convidada uma das mais premiadas fotógrafas brasileiras, a carioca Wania Corredo. Wania trabalhou nos principais jornais brasileiros, com publicações nacionais e internacionais, hoje vem colecionando prêmios de grande destaque como o internacional Rey de España e, no Brasil,  Prêmio Esso de Jornalismo, Embratel de Imprensa, Líbero Badaró de Jornalismo, Prêmio Caixa Econômica de Jornalismo Social, Senai e de Wladimir Herzog de Direitos Humanos e outros.
Além disso, a fotógrafa participou de várias exposições, livros, palestras, workshops, documentários e tem seu trabalho voltado para o hard news e a fotografia social. Hoje, é fotojornalista/ documentarista independente e fundadora do "Movimento Fotógrafas Brasileiras". 
No dia 29 de setembro,19h,  além de projeção de seu trabalho e  um bate papo com o público, Wania lançará o video inédito de Guillermo Planel (que estará presente) sobre os 20 anos de carreia de sua carreira.

 

Serviço:

Sexta Livre com Wania Corredo – projeção, bate papo e lançamento de video de Guilhermo Planel.

Início: 29 de setembro de 2017, 19h
Ateliê da Imagem Espaço Cultural
Avenida Pasteur, 453, Urca
Tel: 2541 3313
Entrada franca



cAsA - Obras Sobre“Prosaica Humanidade", no dia 28 de setembro


EXPOSIÇÃO “PROSAICA HUMANIDADE” REVELA A FACE DO HOMEM COMUM NA CASA – OBRAS SOBRE PAPEL, A PARTIR DE 28 DE SETEMBRO
SÃO 37 GRAVURAS DE 29 ARTISTAS, COMO FRANCISCO GOYA, KÄTHE KOLLWITZ, MARC CHAGALL, ERIK DESMAZIÈRES, EVANDRO CARLOS JARDIM, OSWALDO GOELDI, RENINA KATZ

O homem comum em suas atividades, do banal, passando pelo sofrimento e o trabalho até chegar à morte. A partir dessa linha de condução, a cAsA - Obras Sobre Papel volta o olhar ao seu acervo e inaugura sua nova exposição, a coletiva “Prosaica Humanidade", no dia 28 de setembro. São 37 gravuras de 29 artistas, entre eles Erik Desmazières, Käthe Kollwitz, Evandro Carlos Jardim, Francisco Goya, Marc Chagall, Oswaldo Goeldi e Renina Katz.
A curadoria assinada pela equipe da cAsA, Lucia Palhano, Paulo Rocha e Thyer Machado, Prosaica Humanidade busca trazer a discussão sobre a representação do homem que, na historiografia tradicional das artes, sempre foi retratado com idealização. “A mostra revela a face dos vencidos, do homem comum, colocando em relevo outras narrativas a contrapelo da história dos vencedores. Em uma sociedade que frequentemente renega experiências de sofrimento e compele o ser humano a vivências anestesiadas, a arte (quem sabe) pode oferecer outras possibilidades, a partir do encontro com as imagens. Tal relação dos corpos com estas obras talvez possa questionar e impactar quem se lança nesse embate”, explicam os curadores.
As gravuras da exposição expõem o banal, pessoas em suas atividades íntimas, a vida rotineira em família, mães amamentando, pessoas bebendo, trabalhadores dormindo. Pode-se ver também o sofrimento, como a figura materna acolhendo o filho morto na obra impactante de Käthe Kollwitz. O trabalho se faz presente por meio de imagens de operários, açougueiros, trabalhadores campesinos e desempregados, revelando a face desumana do labor. Rostos humanos também aparecem, caminhando do realismo até imagens degradadas, em que na última gravura, de Erik Desmazières, há apenas uma caveira. O fim.
Este mote revela a representação do humano no acervo da cAsA, mas de maneira a buscar um olhar mais apurado para o homem, não uma mera visão romântica. “Em grande parte, os artistas aqui presentes almejavam que o espectador desenvolvesse um olhar crítico e consciente, não simplesmente compadecendo-se com o mundo e suas vicissitudes. Seria então possível permanecer alheio e insensível às representações do sofrimento e da vida tantas vezes bovina? Os rostos e corpos expostos nesses quadros são alteridades que falam e interpelam o espectador, como se nos despertassem o que há de mais prosaico e banal em nós mesmos: nossa própria humanidade”, finalizam os curadores.

Francisco Goya - No hay que dar voces - gravura em metal, 1810-1820.

Käthe Kollwitz - Morte, mãe e criança - gravura em metal, 1910.

Marc Chagall - A cólera II - gravura em metal, 1925

SERVIÇO:
Prosaica Humanidade
Abertura: dia 28 de setembro às 20h.
Visitação: de 29 de setembro a 23 de dezembro.
De segunda a sexta, das 10h às 19h. Aos sábados de 10h às 14h.
Local: cAsA - Obras Sobre Papel (Av. Brasil 75 - Sta. Efigênia).
Informações: (31) 2534-0899
Entrada franca

Artistas participantes da exposição:
1. Anestor Tavares - BRASIL
2. Angelo Canevari - ITALIA
3. Benito Quinquela Martin - ARGENTINA
4. Bernd Koblischek - ALEMANHA
5. Clare Leighton - INGLATERRA
6. Danúbio Gonçalves - BRASIL
7. Edgard Cognat - BRASIL
8. Erik​ ​Desmazières​ - FRANÇA
9. Evandro​ ​Carlos​ ​Jardim​ - BRASIL
10. Francesc Domingo Segura - ESPANHA
11. Francisco​ ​Goya​ - ESPANHA
12. Glauco Rodrigues - BRASIL
13. Hannah Brandt - BRASIL
14. Hans Steiner - ÁUSTRIA
15. Ignaz Epper - SUÍÇA
16. J. Barros - BRASIL
17. Johann Robert Schürch - SUÍÇA
18. John Edward Costigan - ESTADOS UNIDOS
19. Käthe​ ​Kollwitz​ - ALEMANHA
20. Leonard Baskin - ESTADOS UNIDOS
21. Lionel Le Couteux - FRANÇA
22. Marc​ ​Chagall​ - BIELORUSSIA
23. Max Liebermann - ALEMANHA
24. Octávio Araújo - BRASIL
25. Oswaldo​ ​Goeldi​ - BRASIL
26. Ramon Rodrigues - BRASIL
27. Renina​ ​Katz​ - BRASIL
28. Robert E. Marx - ESTADOS UNIDOS
29. Winslow Homer - ESTADOS UNIDOS

Sobre a cAsA - Obras Sobre Papel
 A cAsA – Obras Sobre Papel, inaugurada em Belo Horizonte em 2015, tem como princípio abrir suas portas para a realização de exposições, encontros, discussão de ideias e promoção da arte sobre papel em todas as suas manifestações, sobretudo a gravura.
O espaço preenche uma lacuna existente na capital mineira em relação à técnica, com o objetivo de gerar um crescimento da circulação de gravuras, desenhos, aquarelas, fotografias - sedimentar este mercado, valorizando esta cultura, trazendo mostras e novas experiências artísticas.
Em seu expressivo acervo, obras de representativos nomes que fizeram história como Goeldi, Abelardo da Hora, Iberê Camargo, Erick Demazieres, Salvador Dali e Picasso.

Anima Mundi no CCBB, Brasília.


MAIOR FESTIVAL DE ANIMAÇÃO DA AMÉRICA LATINA,
O ANIMA MUNDI TRAZ MOSTRA PARA O CCBB BRASÍLIA

# Mostra celebra 25 anos com filmes de diversas técnicas de animação, origens e temáticas
# Canadá terá um recorte especial com mais de 15 produções selecionadas
# No dia 12 de outubro, uma programação especial para as crianças

Fãs de filmes de animação podem se preparar! O Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB Brasília será sede de um dos mais importantes festivais de animação do mundo.

Entre 5 e 12 de outubro, uma seleção com o melhor da edição 2017 do festival será apresentada em Brasília na Mostra Especial Anima Mundi 2017. A realização conta com apoio do Ministério da Cultura e do Banco do Brasil. O ingresso custa R$ 5.
O Anima Mundi foi realizado pela primeira vez no CCBB do Rio de Janeiro, em 1993, e despertou o Brasil para o mercado de animação. Hoje, éo maior festival do gênero na América Latina. Em seus 25 anos de história, foram cerca de 10 mil filmes de 75 países diferentes exibidos para mais de um milhão de espectadores.
Em Brasília, serão 36 sessões entre produções nacionais e internacionais com as mais variadas técnicas de animação, que incluem títulos clássicos – selecionados especialmente para celebrar o jubileu de prata do Anima Mundi –, como o inglês Manipulação (Manipulation), o brasileiro O Projeto do Meu Pai e o alemão O Presente (The Present).
O Canadá ganha um recorte especial dentro da mostra e traz os premiados filmes A Grande Picuinha (The Big Snit), Entrega Especial(Special Delivery), O Farol (Le Phare) e O Jogo das Miçangas (The Bead Game), entre outros.




Mostra Especial Anima Mundi 2017 exibe ainda produções da Argentina, Suíça, dos Estados Unidos, Portugal, França, além do longa-metragem convidado dessa edição, o uruguaio Selkirk, o Verdadeiro Robinson Crusoé, de Walter Tournier.
Dia das crianças – No dia 12 de outubro, a programação será toda dedicada às crianças, exibindo apenas filmes voltados para o público infantil. Neste dia, as sessões serão gratuitas. A programação do Dia das Crianças contará, entre outros, com os curtas Chocante (Eggs Change), Chika, o Cachorro do Gueto (Chika, Die Hündin Im Guetto) e Juntando Cabeças (Kop Op), além dos brasileiros A Primeira Flauta, Diário de Areia e Por que vemos colorido?.


Chateau de Sable

Chocante.

Diário de Areia.

Selkirk, el verdadero Robinson Crusoe 2.

The Present




SERVIÇO:
ANIMA MUNDI
Data: De 5 e 12 de outubro
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
SCES, Trecho 02, lote 22
CEP: 70200-002 | Brasília (DF)
Tel.: (61) 3108-7600
Funcionamento: de terça a domingo, das 9h às 21h
Horários de Exibição: verifique a programação
Ingressos: R$ 5. No dia 12 de outubro, as sessões serão gratuitas
Classificação indicativa: ver programação


Abertura de exposição no MAM São Paulo, 26 set (ter), 20h



segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Max Klinger






Max Klinger (1857-1920) Nasceu em Leipzig. Pintor ligado ao Simbolismo, pintor, escultor e artista gráfico alemão. Estudou na Grand Ducal Baden Art School e completou os estudos na Royal Academy of Berlin. Foi influenciado pelas gravuras de Letzel, Goya e Daumier. Viajou por vários países da Europa em busca de aperfeiçoamento constante. Influenciou De Chirico. Trabalhou em Berlin e fixou-se em sua terra natal Leipzig, onde morreu. Teve grande reconhecimento e recebeu inumeras honrarias em seu país.


Action (plate two from Paraphrase on the Finding of a Glove), 1881. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Awaking plate eight from A Love, 1887. The Art Institute of Chicago.

Siesta II (from the series Etched Sketches), 1879. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Isle of the Dead, 1880.

Death Pissing, 1880.

Ludwig van Beethoven Monument Leipzig, 1880.  Leipzig Art Museum  foto Henning Høholt


Aphrodite, 1885.

A Love, 1887. The Art Institute of Chicago.

Portrait of a Roman on a Flat Roof, 1890.

Crocifissione di Cristo, 1890. Museum de Bildinden Künst.

Die neue Salome,  1893


Evocation (from the series Brahms Fantasies), 1894. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Sirene, 1895.

Cassandra,1895.

Life, 1884-1898. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Elsa Asenijeff, 1900. Neue Pinakoteck.

Figure of Beethoven,1902, Museum of Fine Arts, Boston.


Self-Portrait with Glasses, 1990.


Philosopher (from the series On Death II), 1898-1910. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Arbeit-Wohlstand-Schönheit, 1919.










domingo, 24 de setembro de 2017

Imagem Semanal: Primavera





Sandro Botticelli (1445-1510) A Primavera, 1478. Galeria della Uffizi, Florença.

Lucas Cranache (1472-1553) Nynphe du Printemps, 1550. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Giuseppe Arcimboldo (1527-1593) . Printemps, 1573. Museu do Louvre, Paris.


Pietro Bernin(1562-1629) Spring in the Guise of Flora, 1616. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Jan Brueghell II (1601-1678)   Allegory of  Spring, 1620. Coleção particular, atribuída a ele e a outros artistas.




David Tenier, the Younger (1610-1690)  The Spring, 1664. National Gallery, Londres.


Jerzy Eleuter Szymonowicz Siemiginowski (1660-1771) Allegory of Spring, 1680. Museum King Króla Jana III.

François Bouchet (1703-1770) Four Seasons Le Printemps, 1755. Frick Collection, Nova York.


Odilon Redon (184-1916) Spring, 1833. Pushkin Museum of Fine Arts, Moscou.



Jean Auguste Dominique Ingres (1780-1867) The Spring, 1820-1856. Musée d'Orsay, Paris.


Paul Cézanne (1839-1906) Spring, 1861. Petit Palais, Paris.




Jean-François Millet (1814-1875) Spring and Chloë, 1865. National Museum of Westener Art.


Claude Monet (1840-1926) Printemps, 1872. Walters Art Museum, Baltimore.


Pierre Auguste Cot (1837-1883)  Spring, 1873. Metropolitan Museum of Art, Nova York.

Arnold Böcklin (1827-1901) Le Réveil du Printemps, 1880.


August Rodin (1840-1917) Eternal Spring, 1881. Metropolitan Museum of Art, Nova York.


Édouard Manet (1832-1883) Jeanne ( Spring ), 1881. J.P. Getty Museum, Los Angeles.
J

Edvard Munch (1863-1944) Spring Day on Karl John Street, 1890. Bergen Billedgalleri.

Camille Pissarro (1830-1903)  Boulevard Montmartre aux Printemps,1897. Coleção particular.



Maurice Denis (1870-1943) Springtime, 1894-1899. Metropolitan Museum of Art, Nova York


William-Adolph Bourguerau (1825-1905) . Les Printemps, 1886. Joslyn Art Museum, Nebraska.


Vincent van Gogh (1853-1890) Fishing in the Spring, 1887.


Paul Gauguin (1848-1903) Nave Nave Doe. Le Printemps, 1890. 


Pierre August Renoir (1841-1919) Les Printemps. La Source, 1895. Barnes Foudation.

Francesco Miralles Galup ()  La Primavera, 1901.

Otto Modersohn (1865-1943)  Frühling, 1905.


Marcel Duchamp (1887-1968) Young Girl and Man in Spring, 1911. Coleção particular.

Paul Klee (1879-1940) Buissons au Printemps, 1922.


Salvador Dali (1904-1989) Printemps Necrophilique, 1936.


Pablo Picasso (1881-1973) Spring, 1956.


Marc Chagall (1887-1985) Le Printemps, 1961. Coleção particular.


René François Ghislain Magritte (1889-1966) Printemps, 1965.



Marc Chagall (1887 - 1985) Les Printemps, 1975. Coleção Particular.


Maurizio Cattelan

Maurizio Cattelan
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